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Dinheiro é uma droga!

Segundo um estudo da Universidade de Massachusetts, as notas de dinheiro de alguns países apresentam um percentual bem alto de traços de cocaína.

Ainda segundo o estudo, a "cocaína está presente em até 90% das notas nos EUA, particularmente em cidades como Baltimore, Boston, e Detroit. Os cientistas acharam vestígios de cocaína em até 95% das notas de Washington, D.C.".

Alguns acham que o aumento dessa porcentagem (que há dois anos atrás era 20% menor) é efeito colateral da crise econômica lá.

E quanto aos outros países? O Canadá apresentou 85%, e o Brasil, sempre bem colocado nos rankings que não prestam, 80%.

A China, onde qualquer coisa ilegal é motivo para fuzilamento (será que usam pra controle populacional?), o percentual foi de 20%, e no Japão, 12% (embora lá tenham sido estudadas poucas notas).

Antes de alguns entrarem em pânico (e outros saírem correndo pra dar uma fungadinha nas notas), o estudo diz que esses resíduos não provocam efeito algum, seja alucinógeno ou em testes de urina e sangue.

 

 






Gripe porca

Hoje no Bom Dia Brasil boa parte das matérias foi dedicada ao assunto da Gripe Suína. Veja uma das matérias (tanto em vídeo quanto em texto) aqui.

Curioso o título da matéria: "Vírus é perigosa e inédita combinação". Tempos de português da Internet...

Ontem, ainda quando começaram a falar da tal gripe, eu já comentei em casa: "podem apostar que gente que nunca saiu da cidade natal vai entrar em pânico". Dito e feito: hoje no jornal já mostrou que a maioria das farmácias não tem mais aqueles respiradores de pano (que protegem nariz e boca).

A reportagem ainda comentou sobre os efeitos do medo da doença: os países asiáticos, grandes exportadores e consumidores de carne suína (principal carne consumida lá) estão com medo de serem afetados pelo pânico da população.

O Slashdot publicou hoje um post comentando que boa parte da desinformação também é atribuída a serviços de micro-bloging, como o Twitter, que por permitirem um número muito pequeno de caracteres, e serem altamente populares, causam grande desinformação. O que vocês acham disso?

Um ponto que me chamou bastante atenção foi sobre a origem do vírus. Segundo uma das reportagens de hoje cedo do Bom Dia Brasil, "em 1976, o primeiro surto registrado de gripe suína provocou pânico nos Estados Unidos. Soldados de uma base de Nova Jersey foram infectados - um morreu. Até hoje não se sabe como a doença começou e depois desapareceu."

Se fosse na época em que eu assistia Arquivo X, com certeza eu pensaria na hora que o culpado por isso seria algum projeto de arma química do governo americano.

Mas agora como estou assistindo Fringe, a culpa pela arma química deve ser de uma grande corporação.






Serviço grátis de SMS do Google já era
Categoria(s): EUA TI Web

No final do ano passado a Google anunciou uma feature muito interessante para o GTalk: se uma pessoa ficasse away, por exemplo, você poderia adicionar o número de celular dela, e enviar um SMS (acredito que isso ainda vá demorar pra funcionar no Brasil).

O serviço funciona bem, e inclusive a API era aberta para qualquer aplicativo usar o gateway de SMS deles. A Google é quem arca com o custo do envio do SMS, se for o caso, ou quem recebe o SMS é quem paga (isso é muito comum nos EUA).

Então, dias atrás, a empresa Inner Fence lançou um aplicativo pago para iPhone chamado Infinite SMS (nome sugestivo, não?) que envia SMS usando o gateway da Google.

Devido ao sucesso do aplicativo, e ao incrível aumento do uso do serviço, e óbvio, do aumento do custo com SMS, a Google resolveu fechar o serviço para aplicativos não-Google, afinal, dias de crise, blá-blá-blá, e o cheat de dinheiro infinito não funciona mais.

A Inner Fence alega que não infringiu regra alguma, já que o serviço estava disponível para quem quisesse usar. Mas mesmo assim, não seria um pouco anti-ético eles fazerem dinheiro em cima da Google? Ainda mais: fazendo a Google pagar pelos envios de SMS deles? E não eram poucos SMS, afinal o Infinite SMS estava no top 10 de vendas da Apple Store.

Enfim, Lei de Gérson real: eu acho que estou levando vantagem em cima de você, você em cima de mim, e no final todo mundo se ferra.






NIN tem o álbum digital mais vendido na Amazon
Categoria(s): Comportamento DRM EUA TI Web

Lembram quando eu comentei sobre algumas bandas lançando seus álbuns em forma de download grátis na web?

Pois é, conforme dito, a banda Nine Inch Nails, lançou seu álbum para download sob a licença Creative Commons, que permite que você faça qualquer coisa com a música, desde que não haja finalidade comercial. Ou seja: você pode ouvir, repassar, copiar, remixar, etc.

Mas vejam que interessante: mesmo assim, o álbum digital foi o mais vendido na Amazon (o ranking não inclui os álbuns físicos).

Óbvio que não faria sucesso se as músicas não agradassem aos fãs. Mas é interessante notar que o público não deixou a banda na mão, e comprou as músicas em sites especializados, além de doações ao fazer download.

Com certeza nessas horas, alguns executivos de algumas gravadoras estão suando frio, vendo seu gordíssima margem de lucro em cima dos músicos possivelmente diminuindo.






Sistemas de Pagamento

Por coincidência, meus últimos 3 projetos profissionais (não IBM) foram relacionados à sistemas de pagamento.

Se você não é programador, não tem interesse em saber de sistemas de pagamento, e não gosta de detalhes, pule este post :)

Como já disse em outro post, o primeiro foi tentando utilizar o PagSeguro da UOL, mas além do atendimento péssimo, a documentação espalhada em páginas diferentes, o retorno automático não funcionar, ao menos 20% dos pagamentos eram negados pelo sistema deles.

Sem condição de ser usado, mudamos para o PagamentoDigital (já que o f2b não oferece a bandeira Master). Atendimento razoável, documentação centralizada, mas o retorno automático também não funciona. Mas como o pagamento funciona bem, este projeto ficou com PagamentoDigital.

Após isso, o segundo projeto iria aceitar cartões de crédito diretamente no site, sem intermediários. Após o cadastro do cliente aprovado (isso demora um pouco) com as operadoras (Visa, Master, Amex, boletos, etc), o primeiro problema comum: todas estas operadoras fornecem um software que só roda em Windows (cheguei à pensar no uso de uma máquina virtual). A saída foi usar o serviço fornecido pela Locaweb: eles tem um servidor com o software de todas estas operadoras já configurados, com interface de configuração, documentação em PDF e exemplos de código. Muito bom, e tudo funcionou perfeitamente.

Um detalhe interessante aqui: Visa e Amex podem operar em modo teste, e eles também te fornecem um número de cartão para teste. O sistema de testes da Visa retorna aleatoriamente casos em que aceita o pagamento de teste, e casos em que não aceita (o que é legal, é possível testar o sistema em várias condições).

Já a bandeira Master não te dá nada para testar, nem um número de cartão, nem ambiente de testes. Você tem que realmente fazer uma compra, e aí cancelar no sistema deles.

Indo agora para o terceiro projeto: este precisava usar novamente um intermediário de pagamentos... Mas como o site é internacional, e a interface deste site está em inglês, recorremos ao PayPal mesmo (que não tem interface em português para o usuário que vai pagar): tudo funcionou (quase) perfeitamente, eles tem vários manuais em PDF e exemplos de código em várias linguagens.

O único porém é que o código que o PayPal fornece em PHP gera alguns warnings, e tinha um pequeno erro (facilmente corrigível). E o sistema de retorno assíncrono deles não funciona sem primeiro ser configurado no site deles (o manual diz que ele funciona sem ser configurado apenas informando algumas variáveis na hora de uso). Como eles fornecem 2 sistemas de retorno (síncrono - o retorno é feito após o pagamento; assíncrono - qualquer hora eles te enviam um retorno, mas com mais detalhes), ficamos com o síncrono.

Aliás, ainda relacionado ao código fornecido por estes sistemas: o código fornecido pela Locaweb funcionou de primeira; o código fornecido pelo Paypal teve 1 erro e alguns warnings, mas foi fácil de arrumar; o do PagamentoDigital funciona o envio (como o retorno não funciona, não dá pra saber se este funciona); e o código fornecido pelo PagSeguro usava uma função que não era do PHP (e sim de um comércio eletrônico de código aberto). Eu até avisei eles disso, e como corrigirem, mas claro que isso também foi ignorado. A não ser que corrigiram nos últimos meses, depois de termos desistido de usar o sistema deles.





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