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Bits no MySQL

Uma das formas mais comuns de guardar dados booleanos no MySQL é usar o tipo bit.

Como podemos imaginar, ele guarda apenas 0 ou 1, mas de forma binária. O que complica um pouco a inserção e consequente consulta (query) ao gerenciador.

Mas o manual do MySQL nos diz como manipular campos bit de forma textual.

Para inserir use a letra b antes do valor:

INSERT INTO `my_table` (`id`, `flag`) VALUES (1, b'0');

Para consultar, some o número 0 ao nome da coluna:

SELECT id, flag+0 FROM my_table;






Cabeça de Minhoca

Após apagar minha conta no Facebook, notei que o mesmo não me fez falta alguma.

Era chato (como eu já disse), no Google Plus está a galera nerd, e por último: se você tem mãe e esposa, elas te contam tudo que a família faz ou as últimas novidades que as mulheres julgam "interessantes" (sim, machista esta frase, mas todas as zero leitoras não vão se incomodar).


Mas enfim, voltando ao assunto que eu queria falar, dias atrás minha esposa viu no Facebook alguém que comentou algo que outro compartilhou, que por sua vez foi "liked" por outro usuário: o MacDonalds usa hidróxido de amônia (popularmente chamado só de amônia) em suas carnes.


Como faço com todos aqueles emails (geralmente em Power Point) que recebo dos parentes chatos, que estão começando a mexer em internet, emails, redes sociais e afins, já desconfiei na hora se tratar de boato, ainda mais relacionado à rede de lanches do palhaço do mal (afinal um palhaço que se chama Ronald só pode ser alguém do mal, né? Ou não?).


Depois de pesquisar, me surpreendi: é verdade, a rede nos EUA admitiu que usa amônia pra preparar os hambúrgueres, mas disse que a partir de agora, vai parar de fazer isso.


Vejam a notícia aqui.


Na América LatRina, a rede diz não usar o produto. Afinal aqui somos muito mais exigentes, né? (Ou não?)


Mas acho que deixaram passar batido o que mais me chocou: não é apenas o uso de amônia, afinal vão trocar ela por qualquer outro produto químico forte da mesma maneira. O que me chocou foi o tipo de "carne" que usam pra fazer o lanche: só resto de pedaços de gordura, que como diz o Jamie Oliver, comida que não é apropriada pra seres humanos, no máximo pra fazer ração pra cachorro.


Nessas horas, fiquei pensando que seria melhor aquele boato (falso) antigo que dizia que as carnes do MacDonalds eram feitas de minhoca. Muita gente ficou com nojo na época, e o boato teve tal repercussão que a rede começou a estampar o tal "100% carne bovina" nas caixinhas.




Mas sério: por que a carne de minhoca é nojenta pras pessoas? Eu comeria numa boa. Minha esposa diz que é nojento, mas também não come carne de porco porque tem dó deles, no caso, porque acha eles bonitinhos. Mais ou menos a mesma razão de porque não comemos carne de cachorro no Brasil.


Ou seja: o animal que vamos consumir não pode ser nem muito feio nem muito bonitinho? E outra: acho que seria bem menos agressivo fazer carne de minhoca do que matar bois pra isso.


Mas ainda no que tange o Mac: nos EUA a rede é meio trash. Os locais são velhos e sem pintura, as caixinhas do lanche são de papelão sem pintura, e em comparação com o Brasil, os lanches tem 30% de calorias a mais (ao menos na época do flme Super Size Me era o que divulgaram).


Já na América LatRina e Europa, a rede tem um status mais luxuoso. Ao menos na Espanha e Bélgica (quando fui a trabalho), era assim. Acho que a única coisa que no Brasil sempre ficamos devendo é na montagem do lanche: ao menos pra mim sempre vem meio detonado, tipo aquela criança que sempre foi mal nas aulas de educação artística e tentava fazer algo com argila, mas no final sempre parecia um cocô.


Pensando em tudo isso, no fim de semana, eu resolvi eu mesmo fazer meus hambúrgueres pra minha família (de carne bovina, não de minhoca, afinal minha esposa não ia encarar).


Vi vários vídeos de receita (inclusive do Jamie Oliver e do cara que admiro muito, o Gordon Ramsay), anotei vários ingredientes, decidi pela minha receita e fui as compras.


Comprei a forma de hambúrguer, fui até o açougue, pedi patinho moído com um pouco de bacon, e contei a história pro açougueiro. Ele comentou, inclusive, que tem uma rede de trash food brasileira, muito grande, famosa por preços em centavos, especializada em uma certa cultura, que também usa só os restos de gordura pra fazer as carnes que vão em seus "pratos".


Enfim, cheguei em casa, preparei os lanches (já disse que sou ótimo cozinheiro?), e tirei a fotinho abaixo:

Rael Burguer


Então fica a dica de terem muito cuidado com o que comem. Não apenas isso, de pensarmos sobre nosso hábito de comermos qualquer porcaria que pareça visualmente gostosa.


Aliás, o próprio Jamie Oliver tem um programa muito interessante, onde tenta mostrar pra criançada como são preparados a maioria dos fast foods. Um dos episódios, onde ele mostra como são feitos os nuggets (carcaça de frango e peles trituradas), cuja platéia era formada por crianças americanas, teve um final bizarro: as crianças quiseram comer, mesmo assim, porque ficou com boa aparência, e afinal já estão acostumadas a ingerir aquilo.


E tentem preparar sua própria comida, pois é muito mais prazeroso comer algo que precisou de seu esforço. Aprender a cozinhar vai te ensinar muita coisa boa, e não há preço que pague você fazer uma comida saudável e gostosa pra alguém que você ama.

E trabalho braçal enobrece o homem. Palavras de Morgan Freeman no Todo Poderoso, e você sabe, Morgan Freeman nunca está errado. (Ou está?)






Facebook is no more

"Apaguei" minha conta do Facebook. Apaguei entre aspas, porque a gente sabe que eles retem (tem acento isso?) boa parte dos dados.

Apaguei porque sempre fui um cara um tanto quanto anti social, e ficar vivendo isso no mundo virtual é bastante chato.

E se não fosse o bastante ficar vendo os "mobile uploads" da mulherada em balada e as amigas postando "aii que linda", "fofa" e similares, agora de repente TODO MUNDO resolveu que precisa postar imagens engraçadas ou de piadas.

Mesmo que eu dê unsubscribe, tem sido inútil: a quantidade de gente conhecida que entra e resolve postar inutilidades é muito maior. Desativei várias notificações por email também, mas foi pouco.

E notei que os amigos mesmo, eu ainda mantenho contato. E pior: não achei vários amigos de infância e adolescência que queria achar. Será que ficaram excluídos digitais, odeiam redes sociais ou morreram?

Enfim, conta no Linkedin eu sempre tive, Twitter não acho interessante (até porque adoro ler textos longos). E embora o Twitter seja legal pra compartilhar links, vai acontecer igual o Facebook: todo mundo compartilha inutilidades, piadas, e se você compartilha coisa séria, ninguém liga.

Provavelmente eu criei uma conta no FB pra apenas continuar testando os "aplicativos" que volta e meia alguém pede pra fazer na rede.

E antes que alguém diga que é importante profissionalmente: além do Linkedin (que é onde realmente as empresas olham), todos meus projetos e grandes empregos sempre vieram de "conexões" reais: amigos e ex-colegas de trabalho que lembram de um trabalho bem feito.






Word 2010 não abre arquivos (como resolver)

Instalei minha cópia do Office 2010 (versão Home & Student), que comprei ano passado, mas agora instalei a versão 64 bits no novo note (ambas vem no DVD).

Mas toda vez que eu tentava abrir um arquivo .doc ou .docx, ganhava um APPCRASH, o famoso diálogo "Microsoft Word parou de funcionar" do Windows 7.

Depois de pesquisar na Internet, vi que (ao menos no meu caso) o culpado é o módulo de bluetooth da Intel, que instala um plugin no Word.

Pra desinstalar esse plugin (que você nunca vai usar), siga os passos abaixo:

1 - Abra o Word, vá em Arquivo > Opções > Suplementos;

2 - Em Gerenciar (na parte de baixo da tela), selecione "Suplementos de COM", clique em "Ir";

3 - Desmarque a opção "Send to Bluetooth", clique em "OK", feche o Word.

Pronto!






Não te reconheço
Categoria(s): TI Vida Pessoal

Aproveitando a vida nova, também troquei de notebook.

Embora o anterior ainda estivesse servindo para algumas coisas, pra recompilar alguns projetos estava levando algum tempo. Somando isso ao navegador e mais duas ou três IDEs abertas, a memória RAM já não dava mais.

Ao fazer o pedido, pedi teclado com retro iluminação, pois é uma mão-na-roda quando se precisa digitar no escuro. O teclado é no layout internacional (sem ç), mas sem problema: sou do tempo em que se usava o mouse na esquerda e os teclados ainda não tinham ç.

E pior: nos laboratórios da USP, era comum os micros terem teclados abnt2 mas configurados pra layout internacional. Ou vice-versa. Ou seja, além de eu aprender a alternar entre ambos sem problemas, me acostumei a usar sem olhar (o que a necessidade não faz?).

Enfim, como eu uso teclado externo no notebook (este sim abnt2), ao ter que configurar o note para funcionar os teclados internos e externos, me voltei com uma pergunta que me faço desde a virada do milênio: por que os computadores não reconhecem o teclado?

Afinal, reconhecem todo o hardware!

E pior: eu tenho os 2 teclados ligados (interno e externo), mas não dá pra deixar os 2 ativados: ou fica um layout ativo, ou outro. Se eu precisar desconectar o teclado externo pra usar o notebook fora da mesa, preciso reconfigurar os teclados.

Acho que são as duas únicas coisas que não evoluíram nos PCs: teclados e impressoras jatos de tinta!





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